O que Cananéia compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Cananéia compraram US$ 8.881 de outros países. É 121% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 4.018.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 441 cidades de São Paulo que importaram, Cananéia ficou em 423º lugar. No Brasil, em 2.347º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Motores de pistão, alternativo ou rotativo, de ignição por faísca0,5 toneladasUS$ 8.67698%
- 2Encerados e estores de exterior; tendas; velas para embarcações…0 toneladasUS$ 2052,3%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 8.881100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2023US$ 23,1 mil
- 2025US$ 4.018
- 2026 (até setembro)US$ 8.881
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Cananéia
Quanto Cananéia importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Cananéia (SP) compraram US$ 8.881 de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Cananéia mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Motores de pistão, alternativo ou rotativo, de ignição por faísca (98%), Encerados e estores de exterior; tendas; velas para embarcações… (2,3%).
De quais países Cananéia mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.